Como emagrecer de forma inteliente?

emagrecer de forma inteligente

O peso da população adulta em nosso planeta aumentou e já afeta a estabilidade do nosso planeta. São 287 milhões de toneladas – ou 287 bilhões de quilos (1T = 1.000 Kg), segundo pesquisa realizado na London School of Hygiene & Tropical Medicine. Como a busca publicada na publicação científica “BMC Public Health”, desses 287 milhões de toneladas, 15 milhões se devem ao excesso de peso 3,5 milhões à obesidade. Encabeçam a lista dos 10 países mais pesados do planeta,  a quantidade de adultos que eles concentram por tonelada, os Estados Unidos (12,2), Kuwait (12,9), Croácia (13.1), Qatar (13), Egito (13.5), Emirados Árabes Unidos (13,2), Trinidad  Tobago (13.8), Argentina (13.8), Grécia (13.3)  Bahrein (13.6).

O Brasil se encontra na 77ª posição, com 3,10%. Diversos países têm atualmente mais de 20% de sua população no requisito de clinicamente obesa e mais da metade da população está acima do peso. A China, por exemplo, possui um índice de 25% da população deste país acima do peso. Um levantamento do governo chinês revelou que existem 62 milhões de obesos no país, a maior parte vivendo em áreas urbanas. A alteração física de seu povo deve ser resultado da ocidentalização de hábitos alimentares. Em Xangai, por exemplo, é provável em qualquer esquina achar cafeterias e lojas de sanduíches das gigantes americanas. A Starbucks, a maior rede mundial de cafés, abriu mais de 350 lojas em 26 cidades do país, sendo o estabelecimento CAPA mas popular entre os recursos humanos chineses de 25 aos 40 anos. Ainda em Xangai, as lojas da Starbucks aparecem constantemente ao lado de uma da KFC, multinacional americana de fast food, primeira a chegar à China em 1987.

Na disputa pelo paladar dos chineses, a concorrência é ferrenha. A KFC conta com mais de 2 milénio restaurantes no país. A gigante enfrenta a concorrência da rede McDonalds, que possui mais de mil lojas e da Burguer King, que já abriu numerosos pontos. É mais fácil observar um úmero cada vez maior de obesos pelo planeta. Presentemente, 44 milhões de crianças com menos de cinco anos estão acima do peso ideal. No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, por volta de um terço da população entre cinco e nove anos sofrem do mesmo problema, os números devem continuar subindo. Qual a razão de um pequeno número de pessoas engordarem mais do que outros não?  Porque é tão difícil emagrecer? Uma das explicações para essa tendência ao acúmulo de obesidade deve estar nas raízes evolucionistas, os antepassados do varão moderno se alimentavam com uma dieta variada. Em mais de cinco milhões de anos, o envolvente de nossos maiores limitava a quantidade de víveres intensamente nutritivos, havia períodos de escassez de provisões.

Para chegar a essa invenção, foram comparados os dentes fossilizados de Australopithecus africanus, nas quais foi provável identificar que ainda que preferirem folhas, não tinham o que mais gostavam, comiam o que estava desembaraçado. O estudo da Universidade Johns Hopkins (Núcleo Politécnico Worcester da Universidade do Arkansas), concluiu que essa particularidade garantia chances de sobrevivência para esses primeiros humanos. “Os primeiros humanos evoluíram e alteraram suas dietas conforme mudanças, seja de estações ou de outro classe, de forma a poderem subsistir, explica Mark Teaford, da Johns Hopkins. A China possui um índice de 25% de cidadãos acima do peso e 62 milhões de obesos no país. A alteração física de seu povo deve ser resultado da ocidentalização de hábitos alimentares. A KFC, por exemplo, conta com mais de 2 mil restaurantes no país. De lá pra cá, a espécie humana sentiu o peso dessa evolução. As raízes evolucionistas do varão que, acima de modo inteligente, acabaram condicionando o corpo humano a armazenar gorduras para certificar a sua sobrevivência em períodos de escassez, atualmente ironicamente se voltam este.

Vivemos em ambientes que podem ser chamados de “obesogênicos”, com uma ampla ociosidade de víveres calóricos, este idoso sistema de andamento cerebral deve anular os mecanismos fisiológicos inibitórios que se destinam a limitar a quantidade de iguaria ingerido o consequente lucro de peso. Situações rotineiras como trânsito, trabalho, local de ensino, outras tantas responsabilidades, também contribuem para esse painel, fazem da vida do varão moderno uma eterna corrida o tempo. É qualquer vez menor a quantidade de horas que a persona passa em moradia. Devagar, as residências tornam-se fácil dormitórios, os circuitos de convívio qualquer vez mas são as ruas, tudo o que ela deve oferecer. Atualmente, realizar todas e cada uma das refeições em moradia, mas do que um luxo, é quase uma missão improvável. Resultado: estamos comendo qualquer vez mais pior. Tim Lobstein, da Associação Mundial para o Estudo da Obesidade, acredita que a alteração de maneiras alimentares mais saudáveis é a deste modo chamada transição da nutrição, de uma dieta com víveres básicos para uma dieta modernista, que consiste em mantimentos de nível energético bastante maior. Isso significa menos frutas e verduras, ou menos provisões básicas como arroz, grãos, mas gorduras, açúcar óleo, observa. Como afirma Andrew Prentice, técnico em nutrição global e mestre no Departamento de Higiene e Medicina Tropical da London School, a oferta de mantimentos gordurosos na dieta das sociedades provocou uma alteração evolutiva na espécie humana. As pessoas estão mostrando por mudanças equivalentes às que aconteceram há 2 séculos, a profundidade humana média aumentou 30 cm.

O aumento do peso, a expansão da cintura e outras alterações na forma do corpo humano seriam consequências não só de uma entrada inédita a alimentação extremamente gordurosa, como também de um estilo para toda a vida cada vez mais sedentário. “Ao invés de do que sucedeu com a profundidade, as mudanças das formas humanas ocorreram em uma ou duas gerações – temporada bastante pequeno em termos evolutivos. Estou falando de uma notável alteração que aconteceu na evolução humana em um piscar de olhos, diz Prentice à dependência de notícias britânica BBC. A situação está se tornando tão grave, que tende a dificultar de uma geração para outra. Prentice observa que, o fato dessas mudanças estarem acontecendo tão velozmente, desafia os processos de adaptação e evolução do humano. Frequentemente, a evolução é um processo tão lento que é quase imperceptível. O que acontece agora é que nós mudamos o ambiente em um intervalo de tempo incrivelmente pequeno, isso desafia nosso metabolismo idoso, que por milhares de gerações funcionou para combater a fome, alerta.

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